
Tinha ficado na caixa do correio um folheto promocional de um serviço de tv por cabo, não interessa para o caso qual a empresa, o certo é que estávamos a pensar em mudar de operador. Telefonámos para o telemóvel que lá contava e agendou-se uma visita para o dia seguinte ao final da manhã. No dia, ao final da manhã ele telefona a perguntar se podia adiar para as 3 da tarde, já que estava atrasado. Tudo bem.
Por volta das duas e meia, toca a porta. Atrasou-se de manhã mas antecipou-se de tarde. Fomos para a sala e ficámos os 3 a conversar, preços, instalções etc e tal. Não ficámos agradados com os preços, estávamos à espera de outra coisa, e ficámos assim sem decisões... à espera. Era um homem interessante, bem apresentado como seria de esperar para um comercial. Simpático. Bem apessoado. Ao fim da tarde, telefona com a desculpa que o seu supervisor tinha autorizado uma determinada redução de preços e se estaríamos interessados em aproveitar.
Esta segunda visita bem mais descontraida, parecia que estavamos a falar com uma pessoa conhecida. Tinhamos comentado, durante a tarde, que por ele assinaríamos o contrato... mas os preços.... caiu que nem ginjas a promoção. Ela estava de roupa desportiva, nada formal, fato de treino eu quase a mesma coisa. Ele foi mais directo, menos comercial, mais afectuoso. Assinou-se os papeis e ela comenta que para comemorar vai fazer cafés para os 3. Piscou-me o olho. Já sabia o que se adivinhava. Passado uns momentos regressa à sala com a bandeja dos cafés na mão. Mas com uma roupa diferente. Botas de salto alto. Um calçao justissimo. Um blusa decotada. Ele deu um salto e eu um sorriso. Parece que vamos ter festa. As mamas dela quase que saiam para fora. Ele santado no sofá, ela poisa a bandeja na mesa e aproxima-se dele. Coloca as mamas junto à cara dele e aconchega-lhe a cabeça. Não se fazendo rogado começa a acariciar-lhe as pernas e o rabo. Alimentámos o desejo de bricar com ele e ela estava desejosa. Levantou-o do sofá e ajudou a despi-lo e disse-lhe que era o nosso bónus.
Baixou-lhe as calças e acaricia-lhe o pau. O rapaz depressa que ficou todo entesado. Eu estava no sofá, recostado a apreciar e com um pau também em ponta. Pergunta ele se estou a gostar de ver ela e mamá-lo. Estou e também quero. Queres? Quero, posso? Claro. Não me fiz rogado. Eram duas bocas a procurar o pau dele. Pouco depois, ele sentou-se no sofa e ela encaixou a cona dela no pau. Ficou de frente para mim. Ele apertava-lhe os bicos das mamas. Eu lembia-lhe a cona e o pau dele, as bolas... tudo o que conseguia. Estava um ambiente escaldante. Ela gemia que nem uma louca. Ele chamava-lhe nomes ordinários que ainda a deixava mais excitada. Fomos para o chão. Afastou-se a mesa e ficámos a vontade. Eu me deitei no chão. Ela coloca-se em cima de mim. E pronuncia o cu bem arrebitado para ele. Fode-me o cu. Arrebenta-me toda. Ele lembe-lhe o buraco. E de uma estucada enterra-lhe o pau todo. Gostas assim sua puta??? Isso dá-me com força. Dou-te. E começou a dar-lhe palmadas no cu, a puxar-lhe o cabelo, a meter-lhe os dedos na boca.
Eu tinha-os em cima de mim. Estávamos loucos de desejo. Esporrei-me todo. Sentia a molhada e a escorrer. Ele fodia-a com força... o cu dela devia estar uma lástima... Por fim, ele vem-se também.
Deitou uns jactos de esporra... O tapete da sala teve que ir para a limpeza... mas valeu a pena o bónus algum ou alguma comercial por aqui?

Eu sou comercial... de qualquer coisa...
ResponderEliminar:-)
Posso ir vender-vos algo?
O que querem comprar?
:-)