
Já há uns tempos que a minha esteticista me andava a perguntar quando é que a visitava com tempo para conversarmos. Desde há muito que somos confidentes uma da outra. Eu conheço as suas fantasias e sonhos. Ela sabe das minhas e nossas aventuras.
Numa bela terça-feira de chuva a caminho de casa e porque o gabinete dela ficava no trajecto apeteceu-me ir ver umas revistas ao mesmo tempo que punhamos a conversa em dia.
Estava a meio de um serviço com uma cliente muito simpática.
Estivémos numa alegre cavaqueira de mulheres. Homens, sexo, compras e afins foi o mote da conversa.
Por fim ficámos as duas. Com a natural «pica toda», deliciosamente falando... falando... eis senão quando me lembrei que ela ainda não tinha visto a minha ultima tatuagem... de alto a baixo da perna... está fenomenal... por sinal...
Baixei a calça e tirei a perna para fora.
Ela ficou deslumbrada... só dizia era ais e uis...
- Tira as calças e chega-te aqui mais perto da luz
Tirei as calças... fiquei nua da cintura para baixo...
- Posso senti-la...
- Claro... desde que não tenhas as mãos frias...
Começo a sentir os dedos dela, suavemente passando pela perna de alto a baixo... depois a palma da mão... tudo muito ao de leve...
- Bem olha que assim me excitas...
- E qual era o problema....
Ela estava de joelhos flectidos e eu de pé... a bata branca dela desabotoada em baixo deixava descobrir as belas pernas que tem, não lhe tirava os olhos de cima...
- Que pernas que tu tens...
Já não era a perna que ela admirava em mim.... eram as pernas... estava nua a frente dela, ela de cócoras e passava as mãos com mais força.
Instintivamente coloquei a mão na cabeça dela como se de uma caricia pelos cabelos se tratasse.
Nesse momento, beija-me a perna... era inevitável... um carrocel de emoções se despertaram...
A intimidade que tinhamos e a abertura do trato de amigas passou a coisas de carne e desejos.
Ela prontamente se levantou... e porta trancada com o distico «Volto Já» virado para fora.
Pega-me na mão e vamos para o gabinete dos arrumos onde tem algum mobiliário fora de uso, onde tem uma antiga poltrona de massagem.
Sento-me nela. De joelhos à minha frente procura-me com as mãos e com os lábios.
Num ápice, fico de fio dental e de saltos... num instante estou à frente dela para seu proveito.
Pernas levantadas para cima dos braços da poltrona e ofereço-me para este jogo carnal.
Senti a lingua dela a lember-me os lábios... sentia os dedos dela ao mesmo tempo enterrando-se na minha cona. Eu apertava as minhas mamas. Eu mexia na cabeça dela como se a lingua pudesse enterrar mais e mais fundo.
Eu delirava, ela gemia na minha cona. Pedia-lhe para enterrar os dedos, queria sentir como se de um pau se tratasse. Mais, mais e mais...
Dava também palmadas na cona... estava aberta, molhada, cuspida....
- Vai buscar um oleo e enterra-me a mão....
Despejou uma quantidade considerável de oleo pelas mamas, deixando escorrer até a cona... ela de frente para mim... eu toda aberta... e começa a enterrar os dedos, a mão e passa os lábios até que fecha o punho dentro dela... hummm que delicia... começa a socar.... uma mão que fazia o papel de uma verga... uma pujança que fazia um pau de uma cavalo.... e faz-me vir.... e vir....
A poltrona estava alagada... oleo, cuspo dela e os nossos sumos escorriam...
Peço-lho que não tire a mão... deixa-a a ficar e agora enterra-me dois dedos no cu.
- Sentes a mão na cona...
Foi um culminar de emoções... duas mulheres ávidas de prazer...
- Na minha próxima visita vais tu ao castigo e eu trago um vibrador....
- Sim... um vibrador ou um pau...
Segundo consta durante este tempo... houve quem batesse à porta... tal foi
Numa bela terça-feira de chuva a caminho de casa e porque o gabinete dela ficava no trajecto apeteceu-me ir ver umas revistas ao mesmo tempo que punhamos a conversa em dia.
Estava a meio de um serviço com uma cliente muito simpática.
Estivémos numa alegre cavaqueira de mulheres. Homens, sexo, compras e afins foi o mote da conversa.
Por fim ficámos as duas. Com a natural «pica toda», deliciosamente falando... falando... eis senão quando me lembrei que ela ainda não tinha visto a minha ultima tatuagem... de alto a baixo da perna... está fenomenal... por sinal...
Baixei a calça e tirei a perna para fora.
Ela ficou deslumbrada... só dizia era ais e uis...
- Tira as calças e chega-te aqui mais perto da luz
Tirei as calças... fiquei nua da cintura para baixo...
- Posso senti-la...
- Claro... desde que não tenhas as mãos frias...
Começo a sentir os dedos dela, suavemente passando pela perna de alto a baixo... depois a palma da mão... tudo muito ao de leve...
- Bem olha que assim me excitas...
- E qual era o problema....
Ela estava de joelhos flectidos e eu de pé... a bata branca dela desabotoada em baixo deixava descobrir as belas pernas que tem, não lhe tirava os olhos de cima...
- Que pernas que tu tens...
Já não era a perna que ela admirava em mim.... eram as pernas... estava nua a frente dela, ela de cócoras e passava as mãos com mais força.
Instintivamente coloquei a mão na cabeça dela como se de uma caricia pelos cabelos se tratasse.
Nesse momento, beija-me a perna... era inevitável... um carrocel de emoções se despertaram...
A intimidade que tinhamos e a abertura do trato de amigas passou a coisas de carne e desejos.
Ela prontamente se levantou... e porta trancada com o distico «Volto Já» virado para fora.
Pega-me na mão e vamos para o gabinete dos arrumos onde tem algum mobiliário fora de uso, onde tem uma antiga poltrona de massagem.
Sento-me nela. De joelhos à minha frente procura-me com as mãos e com os lábios.
Num ápice, fico de fio dental e de saltos... num instante estou à frente dela para seu proveito.
Pernas levantadas para cima dos braços da poltrona e ofereço-me para este jogo carnal.
Senti a lingua dela a lember-me os lábios... sentia os dedos dela ao mesmo tempo enterrando-se na minha cona. Eu apertava as minhas mamas. Eu mexia na cabeça dela como se a lingua pudesse enterrar mais e mais fundo.
Eu delirava, ela gemia na minha cona. Pedia-lhe para enterrar os dedos, queria sentir como se de um pau se tratasse. Mais, mais e mais...
Dava também palmadas na cona... estava aberta, molhada, cuspida....
- Vai buscar um oleo e enterra-me a mão....
Despejou uma quantidade considerável de oleo pelas mamas, deixando escorrer até a cona... ela de frente para mim... eu toda aberta... e começa a enterrar os dedos, a mão e passa os lábios até que fecha o punho dentro dela... hummm que delicia... começa a socar.... uma mão que fazia o papel de uma verga... uma pujança que fazia um pau de uma cavalo.... e faz-me vir.... e vir....
A poltrona estava alagada... oleo, cuspo dela e os nossos sumos escorriam...
Peço-lho que não tire a mão... deixa-a a ficar e agora enterra-me dois dedos no cu.
- Sentes a mão na cona...
Foi um culminar de emoções... duas mulheres ávidas de prazer...
- Na minha próxima visita vais tu ao castigo e eu trago um vibrador....
- Sim... um vibrador ou um pau...
Segundo consta durante este tempo... houve quem batesse à porta... tal foi

tem dias em que gostava de frequentar uma esteticista,,, principalmente se fosse essa! a essa hora!!!
ResponderEliminar; )
kiss solittario
Bemmm... isto sim é tratamento de 1ª qualidade.
ResponderEliminarHelga, que bela aventura. o que li, deixa me cheio de vontade, desejo te.
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